domingo, março 25, 2007

Londres, dia 5

O derradeiro dia. Começámos por visitar Hampton Court Palace. Vimos o palácio e os jardins e ainda um vídeo histórico sobre Henrique VIII e a sua vida em Hampton Court, apresentado pelo Sir Ian Mckellen (Gandalf!).





Depois demos uma longa...
...longa...
...longa...
...longa...
...longa...
...longa...
...longa...
...longa...
...longa...
...longa...
...longa...
...longa...

... longa caminhada até Kingstone, onde ficámos um bocado. Fizemos as últimas compras em Londres, comemos e passeamos pela cidade.

Despedimos-nos aqui do nosso guia, o "Doctor" Nick e tomámos rumo ao aeroporto de Heathrow. Ainda estivemos um bocado na sala internacional à espera, o que deu para visitarmos as freeshops.




"And that, as they say, is that...". Gostaria ainda de deixar aqui os meus agradecimentos às professoras Maria Emília e Manuela pela fantástica viagem sem as quais não seria possível. Ao Sr. José também por toda a preocupação. Ao Gonçalo e ao Sôr. Nuno pela boa disposição e humor durante toda a viagem. Ao "Doctor" Nick, o nosso guia. Ao Diogo, o Desensofador e ao Tiago, por me aturarem durante 5 dias. À Mrs. Wheeler pela hospitalidade. E por último, mas não com menos importância a todos os outros que participaram nesta viagem por serem um grupo fantástico.

Resta-me dizer uma coisa: estamos prontos para outra.

sábado, março 24, 2007

Londres, dia 3

Este sim, foi o dia que mais gostei. Fomos a Stratford-Apon-Avon, seguindo para Warwick Castle. Não tirei muitas fotos em Stratford-Apon-Avon, pois andámos em passo de corrida, já que nos foi dado um tempo para explorarmos à vontade, por razões que ainda hoje os meus caros companheiros de jornada me querem cruxificar. Contudo seguem-se as fotos do local de nascimento de Shakespeare e outro local histórico de cujo qual não conseguimos compreender bem o porquê de ser histórico.





Em seguida Warwick, entrámos, demos supapos a uns quantos e tomámos conta do castelo.





Houve quem não gostasse e apanham-nos de surpreza ...






Agora é escapar das masmorras que já estamos atrasados...

sexta-feira, março 23, 2007

Não me posso esquecer desta...

Teste de Geologia- Unidade 13 - Ensino Nocturno por Unidades Capitalizáveis

Pergunta: O fóssil assinalado pelo nº 4 pode ser classificado como "fóssil de idade". Refira uma característica, não evidenciada na figura, que permita fazer essa classificação.

Resposta: O fóssil 4 pode ser classificado como "fóssil de idade" porque pertence á era paleozóica em que dadas as circuunstâncias a era paleozóica foi das primeiras eras e esse fóssil foi um dos primeiros seres a existirem na terra, considerando um fóssil de idade.

Pergunta: Refira um factor que possa condicionar a génese dos fósseis.

Resposta: O processo por mineralização dos fósseis ou rochas magmáticas.


Teste de Ciências Naturais - Geologia- Unidade 8- Ensino Nocturno por Unidades Capitalizáveis

Pergunta: Qual a diferença entre uma rocha ácida e uma rocha básica.

Resposta: A rocha ácida é amarga como o limão, a básica tem a ver com as cores.

Sem comentários....

Londres, dia 2

E assim a nossa jornada continuou em terras anglo-saxónicas onde vimos o Big Ben, as Casas do Parlamento, Westminster e companhia Lda.
O factor "vento" (ou "ventania desgraçada" se preferirem o termo) deu um certo retoque a seu gosto na imagem.



Fomos ainda assistir a um ritual local a que chamam "O render da Guarda". Este ritual consiste em ficar horas plantado à espera que um grupo de soldados reais saia do palácio vestidos com o seu tradicional chapéu de meio metro felpudo, que em muitos casos lhes tapa os olhos, a tocar como numa parada e entram outros do mesmo modo, enquanto uns quantos polícias a cavalo dizem-nos para nos mantermos afastados.
Passámos ainda por Trafalgar Square e Picadilly Circus.


Em seguida fomos ao Natural History Museum, onde tivemos uma hora para explorar à vontade (ou seja, só tivemos tempo de ver as galerias principais e à pressa) (só deu para ver que a foto estava desfocada depois de passá-la para o PC).

Do Natural History Museu fomos para o Museu da Ciência, onde acabamos o dia e vimos verdadeiras relíquias como o primeiro carro a motor do mundo ou a cápsula do Apollo 11 e ainda presenciamos e interagimos com um vasto leque de experiências.

quinta-feira, março 22, 2007

Londres, dia 1


E aqui começa o relato da nossa épica jornada por terras britânicas. Começa às 5:20 a.m. do dia 22 de Março do ano de 2007 d.C.. Após uma viagem de autocarro , uma quantas de passadeiras rolantes e um de avião e novamente umas quantas de passadeira rolante chegámos ao nosso destino.

De notar que já em Heathrow é demonstrado a diferença entre os povos, onde humanos e pombos vivem em harmonia e igualdade de direitos.


Conhecemos aqui o Nick o nosso guia que de seguida nos deu uma visita guiada pela Grande Londres, revelando-nos pormenores interessantes como o Museu de História Natural ser feito inteiramente de papel. Obviamente que é mentira, mas tal como surgiu o efeito na nossa viagem, digam lá que não ficaram a olhar para as últimas linhas.


Depois apeamos na Catedral de Saint Paul (com ananases dourados por cima a enfeitar - estes britânicos são loucos), passámos a Millenium Bridge e entramos no Tate Modern Art Museum.



Ainda no Tate Modern andamos nos seguintes escorregas, mas que fique claro que o fizemos para ajudar a alimentar um grupo de crianças: as crianças que existem dentro de nós. Os escorregas foram postos pelo artista Carsten Höller que acredita que este acto de escorregar se define pelas palavras do escritor francês Roger Caillois: "um pânico voluptuoso numa mente normalmente lúcida". O que interessa Höller, é tanto o espectáculo visual de observar pessoas escorregando, como também "o espectáculo interior" em que se pode experimentar o estado simultâneo de deleite e ansiedade. Isto sim, é arte!

Fizemos os caminho até à Tower Bridge.


E aqui tirámos a primeira foto de grupo (faltam uns quantos). Excelente equipa, sim senhor!
Regressámos ao onibus, e ainda passámos em frente de alguns lugares interessantes, como a sede do MI6.

Isto só os melhores chegam a 00...


Por fim, conhecemos a família que nos acolheu, os Wheelers.

A senhora era bastante simpática. Ainda de notar a magia dos computadores, já que este post data de dia 22/03/2007 e a foto de 25/03/2007. Ah, eu ainda sou do tempo que as viagens espacio-temporais só em histórias de ficção ciêntifica...

segunda-feira, março 12, 2007

É hoje que eu me passo de vez...

Isto é a minha casa velha! Inundada, cheia de porcaria e bichos que crescem em água estagnada:

Quarto maior
Era o meu quarto
Corredor
Corredor
Sala
Sala
No chão da cozinha
Cozinha
Mais m***a
Chão da casa de banho
Respiradouro junto ao tecto
Respiradouro do ar, junto ao tecto


Esta inundação, que começou há quase dois anos, isso mesmo, DOIS ANOS, tem-me dado cabo da cabeça. Primeiro, porque não percebo como a água pode sair de um respiradouro de ar, segundo, porque faça eu o que fizer, parece que nada se resolve neste mundo burocrático (catorze!).

Depois de falar com a administração do prédio, que não quis saber do assunto, apenas nos diziam para abrir as janelas para a água secar, fui pedir uma vistoria à Câmara Municipal. Demorou, mas foi feita a vistoria e determinado o problema. Algures, num dos outros andares mais acima, tinha-se rompido um cano ou, pasme-se, alguém ao fazer obras na sua casa, teria ligado o cano da água ao respiradouro do ar. Aqui começou o filme....

A câmara só tinha autorização para entrar na minha casa portanto, se queríamos determinar de onde vinha toda aquela água, cada um dos inquilinos, acima de mim, teria, por sua vez, que pedir uma vistoria. Fui novamente falar com a administração para pedir uma reunião com os meus vizinhos de cima, para que eles pedissem a famosa vistoria. Ainda hoje estou à espera.... (catorze!)

O filme continuou, comigo a ir a tudo o que é serviços e a ser mandada para outros, até que decidi, novamente, ir falar com a administração para que marcassem a reunião necessária. Expliquei-lhes que fazia parte das obrigações da administração determinar de onde vinha o problema. Expliquei-lhes novamente, todos os passos que já tinha dado e, quais eram os próximos. O administrador que ando armado em catorze decidiu então, que ele ia à câmara saber o que tinha que ser feito, e ele ia resolver o assunto. Fiquei furiosa, claro. Tudo isso já eu tinha feito há mais de seis meses. Mas como a casa de estragada não passava, decidi que se era isso que eles queriam, era isso que eles iam ter e lavei as minhas mãos. Fiquei à espera da resposta.

Passaram-se oito meses, isso mesmo, oito meses, duzentos e quarenta e cinco dias ate que recebi um telefonema da outra administradora e transcrevo textualmente o que ela me disse: Gabriela, trata lá tu disto, que o Vitor não faz nada... E eu tratei. Voltei novamente aos serviços todos, câmara municipal, delegação de saúde... para ser mandada para trás e para a frente. Não era responsabilidade de ninguém, ninguém tinha a obrigação de tratar de um assunto destes... Só respostas destas (catorze!)

Estava já a desesperar quando falei com um amigo meu que me disse que existiam uns desentupidores de canos que tinham umas câmaras de vídeo que se enfiavam pelos canos para ver onde estavam entupidos. E isso daria concerteza para ver de onde vinha a água sem ter que entrar nas casas das pessoas. Fui falar, novamente com a administração. Decidimos que chamaríamos o senhor e, eu fiquei de lhe telefonar. Quando marquei, telefonei imediatamente aos administradores para que estivessem presentes nesse dia e, aproveitei para os relembrar que a administração pagaria esta obra. Imediatamente disseram que donde fosse o problema, essa pessoa pagaria. Disse-lhes que não era isso que dizia a lei do condomínio mas, de qualquer maneira, chamei o senhor em causa. Pensei, se eles não pagarem, nem que eu peça o dinheiro emprestado, pago ao homem, mas depois a porca torce o rabo de outro modo.

O senhor veio dois dias depois para avaliar o problema. Viu, disse exactamente o mesmo que tinha dito o responsável pela vistoria, e um canalisador que eu já tinha chamado para arranjar o dito cano, assim que se soubesse qual era. Depois, enquanto estavamos a marcar o dia para ele trazer o equipamento, a administradora resolveu pôr os pontos nos iii e disse-lhe que ele iria ser pago pelo responsável pelo estrago. (catorze!)

Obviamente que o homem se cortou. Quem é que quer trabalhar sem saber se vai receber pelo seu trabalho? Esta pequenina gracinha custou-me mais dois meses de espera. Telefonava e o homem não atendia e, quando atendia, tinha sempre desculpas, primeiro a câmara estava estragada, depois tinha o fim de semana ocupado e, finalmente, deixou mesmo de atender. Falei com a administração, expus o problema, disse-lhes que não podiam ter feito o que fizeram e, parti para a guerra. Ao fim de dois anos, comecei finalmente a ser estúpida. Ameacei-os, disse-lhes que fazia a acontecia e que iriam ter que pagar além dos estragos, as despesas de tribunal e que, quando fossse altura de fazer as obras na minha casa, iria escolher os materiais mais nobres, só para os entalar.

Parece que a coisa resultou, eles conversaram entre eles, pediram-me para telefonar ao canalisador e para lhe dizer que eles pagariam a obra. Assim o fiz, mas o homem não se convenceu, continuava muito ocupado. E vem aí novo episódio...
Recebo um telefonema dos administradores a dizer para ir lá acima porque já saía tanta agua da minha casa que estava a inundar a entrada do prédio. Olha que chateada que eu fiquei, aproveitei para lhes dizer que o problema não era meu, eu nem contador tinha em casa, quanto mais água. Pediram-me que lá fosse porque aquilo estava quase a entrar na caixa do elevador. E eu respondi-lhes que tomara que entrasse e que os elevadores parassem, afinal de contas o administrador armado em catorze, mora no nono andar e, até é coxo. Podia ser que assim já se mexesse. Ele até trabalha na câmara e sabe, ou pode saber, outros serviços que possuam este tipo de aparelhos.

Mas depois, pensei na minha vizinha do R/C, velhota, boa gente e que tinha água podre a entrar-lhe pela casa e lá fui. Sou parva todos os dias. Mas afinal, ainda bem que fui porque consegui passar palavra a muitos dos inquilinos que isto não se resolvia porque o administrador armado em catorze não queria. No dia seguinte, ele telefonou ao canalisador e marcou para o sábado seguinte, tendo garantido o pagamento do serviço.

Câmera tubo abaixo...
Fomos ao telhado enfiar a câmara tubo abaixo
Câmera pelo tubo acima....
Não resultou e viemos para a minha casa, enfiá-la tubo acima.


Não é possivel imaginar o que se via dentro do cano. Até uma estalactite já existia dentro do cano. E tal como o previsto, a água vinha logo do segundo andar (tinhamos previamente (quase três meses antes) pedido a todos os inquilinos para fecharem a água, e um a um, fomos pedindo que abrissem a água). A administradora esfregava as mãos de contente, pensando que afinal não iam entrar em despesas. Mas o canalisador ia dizendo: isto é condomínio, isto é a prumada central. Eu pedi-lhe que dissesse isso de modo a que a administradora o ouvisse. Porque ela, de facto, não estava a querer ouvir. Então fomos todos ao primeiro andar, cuja casa pertence à Caixa Geral de Depósitos, para ele explicar como se arranjaría o cano. Desenhou na parede da casa de banho, o local a partir e, em princípio, sem ter que entrar na cozinha do segundo andar, resolver-se-ia o problema. Agora já era só pedir autorização à Caixa para partir a parede da casa de banho. A administradora ficou de fazer isso e de me telefonar a seguir. Na segunda-feira passada, mandou-me uma mensagem a dizer que a Caixa só autorizava por escrito, e teriam que pedir a autorização por escrito. Aguardei a semana toda, pensando que, no máximo, hoje, segunda-feira, receberíam a resposta. Telefonei e recebi a seguinte resposta: Gabriela, ainda não enviámos a carta porque o Vitor quer ver com o advogado se somos nós que temos que pagar esta obra. Garanto que foi a gota de água, agora aguardem-me que nem sabem de que terra são.
CATORZE!!!!!

Era uma vez...

"Era uma vez dois anjinhos felizes que não precisavam de nada para brincarem na mesma..."

My kids (by Loca....)


roubei a frase à Cenoura, thanks...
:))

Era uma vez uma princesa feliz que não precisava de nada para brincar na mesma..."

Minha princesa... (by Loca....)


e adaptei, thanks again...
:))

segunda-feira, março 05, 2007

Podes ser do sindicato mas não te atrevas a ter filhos...

... nem deixes ninguém morrer na tua família

Pois é, mais uma da minha querida ministra. Para concorreres à carreira de Professor Titular, não serás penalizada (o) por faltas ao abrigo da lei sindical, mas descontará tempo de serviço qualquer outro tipo de faltas: licenças de maternidade ou amamentação, faltas para acompanhar os filhos ao médico ou, pasme-se, os cinco dias de faltas consagrados na lei que qualquer pessoa tem por morte de familiar próximo! Já nem se pode morrer neste país, isto se formos trabalhadores do Ministério da Educação, porque, penso eu, este ainda é um direito dos restantes trabalhadores portugueses.

Olha eu aqui:
Há três anos atrás, fui operada ao joelho, estive mais de um mês de baixa, faltei cinco dias por morte do meu pai (este ano não conta para tempo de serviço, já só posso ter suficiente na minha avaliação);

há dois anos atrás, tive uma criança, gozei um direito que julgava que tinha, a licença de maternidade (este ano não conta para tempo de serviço, já só posso ter suficiente na minha avaliação);

há um ano atrás, a minha garotinha ainda mamava, gozei um direito que pensei existia, tive redução de horário, menos seis horas semanais. Não faltei excepto para acompanhar os meus filhos ao médico, por doença ou a consulta anual (mais de três faltas nesse ano, progressão vai prás minhocas, já só tenho suficiente na minha avaliação);

este ano, faltei dez dias, cinco estive doente e outros cinco estiveram doentes dois dos meus filhos (progressão pró beléleu, já só tenho suficiente na minha avaliação)

Como os últimos dezoito meses não contaram tempo de serviço, mas contam para o relatório, poderei, talvez, daqui a seis anos concorrer ao próximo escalão. Isto se não faltar para ir com os meus filhos ao médico, se não adoecer, ou se ninguém próximo de mim, morrer....

Consola-me o facto de poder voltar a sindicalizar-me, assim posso participar das reuniões sindicais sem ser penalizada e, posso sempre fazer greve, não será descontado o meu tempo de serviço por isso e, ja poderei fazer parte dos poucos que terão acesso aos Bons.

Está bonito isto....

Croma da bola

Perdi todos os meus links, mudei esta pôrra e perdi toda a informação que aqui tinha de links para os blogs e outros sites interessantes, treta..... quem mandou mexer? É bem feita!
Arrrghhhhhhhhh...................................

sábado, fevereiro 24, 2007

Há gente muito crédula...

... e apesar de todas as contrariedades por que a minha vida tem passado ultimamente, eu não consigo passar sem pregar uma daquelas minhas petas, inofensivas, que não atam, nem desatam, nem fazem mal a ninguém. Ora cá vai:

Terça-feira à noite. Dia de carnaval. Carro do Rui5
Protagonistas: Rui5, Valta, Loca, 2 cromos (marido e mulher) que fomos buscar ao aeroporto.
Preâmbulo: O aparelhómetro da via verde não está colado no vidro porque o R5 mudou de carro e ainda não esteve para o colar.

R5 conduz o carro, Valta vai no banco da frente porque mede quase dois metros e não cabe no banco de trás. Loca e os dois cromos vão atrás, apertadinhos, entre sacos, saquinhos, guarda-chuvas, vinho da Madeira, bolo de mel e outras coisas que sairam daquele aeroporto.
Aproxima-se a primeira passagem pelas portagens.
Loca: Valta, pega no aparelhinho e põe no vidro.
Valta: Já está na mão, não sejas acelerada.
Loca (virando-se para a croma): Aquilo é um brinquedo da Carlota que nós arranjámos para não pagar portagem.
Croma: Ai é?
Loca, Valta e R5: Riem-se a bandeiras despregadas.
Cromo - Saltam-lhe pontos de interrogação da testa, durante muito tempo, mantém-se na dele e nada pergunta.
Loca, em pensamentos: (Que pena ter-me esquecido do meu Moleskine, dava uma bela banda desenhada).

Aproxima-se a segunda passagem pelas portagens, Loca exibe um sorriso de três lacinhos (na família dos Brunos, os sorrisos de orelha a orelha, dão três voltas completas ao crâneo e fazem três lacinhos no alto da cabeça).
Loca (virando-se novamente para a croma): Sabes? Aquilo é uma daquelas caixinhas que põem nas barrigas das bonecas para cantarem. Eu tirei de uma das bonecas da Carlota e dei ao R5.
Croma: Ai é? Que giro, e funciona.
R5, Valta e Loca: Gargalhada sonora.
Croma: As coisas que vocês descobrem...

Escusado será dizer que os cromos têm mais de quarenta anos, qualquer um dos dois. Escusado será dizer que eu achava que destas já só pensava conseguir pregar a miúdos mas, olha, afinal, ainda resultam com adultos.